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O Grupo Latino-Americano de Epilepsia (GRULAE),
é um grupo de trabalho adjunto e complementar
à Comissão para Assuntos Latino-Americanos
da International League Against Epilepsy (I.L.A.E.).
Foi criado tendo como um dos objetivos a constituição
de um órgão assessor representativo
dos países Latino-Americanos junto a acima
descrita Comissão, gerando propostas e
iniciativas, colaborando na realização
de orientações e protocolos de pesquisa
para a América Latina em conjunto com a
mesma e servindo, também, como eventual
órgão Consultor para determinados
temas.
O GRULAE é para ser constituído
por um representante de cada país latino-americano
membro da I.L.A.E. (capítulo); atualmente
é formado por delegados de 12 dos 16 países
integrantes da mesma: Argentina (Dr. Zenón
Sfaello), Brasil (Dr. Jaderson Costa da Costa),
Chile (Dra. Perla David), Cuba (Dr. Salvador González),
Equador (Dra.Noemí Lisanti), Guatemala
(Dr. Henry Stokes), Honduras (Dra. Claudia Amador),
México (Dr. Héctor R. Martínez),
Paraguai (Dr. Carlos Arbo), Rep. Dominicana (Dr.
José Silie), Uruguai (Dra. Patricia Braga)
e Venezuela (Dr. Arnoldo Soto). Sua formação
oficial foi concretizada na reunião plenária
dos delegados dos capítulos latino-americanos
em 31/05/02, sendo o Coordenador Geral para este
primeiro período o Dr. Jaderson Costa da
Costa. A função de Secretaría
está a cargo da Dra. Patricia Braga.
O GRULAE pretende desenvolver projetos vinculados
a 3 temas principais:
1) Regionalização
dos recursos terapêuticos de alta complexidade
em epilepsia na América-Latina. Isto levaria
a definição de um mapa com os Centros
que possuem experiência em alguns procedimentos
tais como cirurgia da epilepsia, dieta cetogênica
e estimulação vagal, e com o potencial
de estabelecimento de redes de colaboração
tanto do ponto de vista assistencial como em termos
de formação de novos centros.
2) Elaboração de
pontos de discussão sobre aspectos específicos
do diagnóstico e/ou tratamento das epilepsias,
fundamentalmente daqueles pontos que possam ser
ajustados a realidade da região; é
de interesse que estas conclusões sejam
dirigidas aos médicos generalistas com
o objetivo de atendimento de maior parcela da
população portadora de epilepsia.
3) Estudos sobre a teratogenicidade
dos fármacos antiepilépticos em
mulheres latino-americanas portadoras de epilepsia.
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