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| : Epilepsia e o Casamento
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O casamento de pessoas com epilepsia não é comum. A relativamente baixa ocorrência de casamento entre pessoas com epilepsia mostra as dificuldades do paciente em estabelecer e manter relações próximas e estáveis; os epilépticos são mais deprimidos e isso leva a dificuldades no ajustamento emocional.
Um casamento deve ser baseado na confiança, e a falta de informação só poderá prejudicar a relação conjugal.
A primeira informação que se deve ter é que a epilepsia por si mesma não tem efeito na capacidade sexual de uma pessoa. É importante contar para o parceiro a condição de epiléptico, pois a colocação clara do problema é o primeiro passo para que ocorra ajustamento na relação.
Antigamente se pensava que a epilepsia era uma doença hereditária, hoje se sabe que a hereditariedade pode ter um pequeno papel como causa da epilepsia.
A mulher com epilepsia geralmente tem gravidez sem complicações, parto normal e criança saudável. Mas também é verdade que a gravidez pode apresentar problemas à mulher com epilepsia, que precisa ter um controle da medicação mais rigoroso, para evitar complicações para ela e o feto. Os anticonvulsivantes são metabolizados de modo diferente durante a gravidez e podem tornar a mulher mais vulnerável à crise. |
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