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| : O Cônjuge
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Na relação entre o casal, a constante supervisão pode se tornar uma obsessão para o cônjuge com epilepsia. Pode ser chamado o efeito de "cão de guarda". Geralmente o cônjuge da pessoa com epilepsia fica extremamente preocupado se ocorre uma modificação no esquema habitual. Por exemplo, se ele se atrasa. Também é aborrecido para o paciente ouvir sempre palavras de preocupação do cônjuge; torna-se uma constante lembrança de que tem problemas.
Essa atitude de superproteção é inadequada, pois faz com que o paciente se sinta diferente dos outros e se considere uma pessoa doente. É melhor tratá-lo com mais naturalidade. |
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